Ponte Hercílio Luz
Ponte pênsil inaugurada em 13 de maio de 1926, com cerca de 821 m de extensão e vão central de 339 m. Foi reaberta em 30 de dezembro de 2019 após restauro e tem passarelas laterais para pedestres e ciclistas.

Ilha de praias, trilhas e vilas açorianas ligada ao continente por pontes
Florianópolis, capital de Santa Catarina, ocupa em sua maior parte a Ilha de Santa Catarina: cerca de 97% do território municipal está na ilha e o restante, no continente (537.211 habitantes no Censo 2022). Três pontes ligam a ilha ao continente, e o município tem mais de uma centena de praias mapeadas, além de lagoas, dunas, trilhas e povoações de origem açoriana, como Santo Antônio de Lisboa e Ribeirão da Ilha.
Na cidade. A ilha é comprida e os pontos de interesse ficam espalhados, então o roteiro deste guia segue uma região por dia (Centro, Norte, Leste e Sul) para reduzir deslocamentos. O transporte coletivo usa um sistema integrado com terminais como TICEN e TITRI (Centro e Trindade), TILAG (Lagoa), TIRIO (Rio Tavares), TISAN (Santo Antônio) e TICAN (Canasvieiras); segundo o Wikivoyage, de 2023, a viagem do Centro a uma praia leva de 35 a 60 minutos e pode exigir baldeação. O carro é a opção mais flexível, mas o mesmo guia registra que, na alta temporada, chegar do Centro a uma praia pode levar até 2 horas. Há também linhas lacustres na Lagoa da Conceição. Horários de ônibus ficam na página de serviços da Prefeitura; para a Ilha do Campeche e para as fortalezas, o deslocamento por barco é parte do passeio.
Ponte pênsil inaugurada em 13 de maio de 1926, com cerca de 821 m de extensão e vão central de 339 m. Foi reaberta em 30 de dezembro de 2019 após restauro e tem passarelas laterais para pedestres e ciclistas.
Eixo do Centro histórico: a Praça XV de Novembro é descrita como principal ponto de convergência da cidade e abriga uma figueira centenária. Em frente fica a Catedral, cuja obra começou em 1753; o Mercado Público funciona no local atual desde 1899.
Fortificação do século XVIII (obras iniciadas em 1740) no litoral norte da ilha, entre as praias do Forte e de Jurerê, com vista para a Baía Norte. É administrada pela UFSC, que informa dias de visitação e gratuidade no site oficial.
Site oficial →Campo de dunas do Parque Natural Municipal das Dunas da Lagoa da Conceição (707 hectares), onde se pratica sandboard. Entre os atrativos do parque, segundo a Prefeitura, estão duas lagoas costeiras e as praias da Joaquina e do Campeche.
Site oficial →A Barra da Lagoa é uma vila de pescadores na saída da Lagoa da Conceição para o mar. Ali fica o centro de visitantes da Fundação Projeto Tamar, aberto em 2005, com tanques de tartarugas marinhas e museu.
Site oficial →No Monumento Natural Municipal da Galheta, a Trilha da Boa Vista leva a mirantes com vista da ilha e à Praia da Galheta; a Prefeitura cita também as trilhas das Piscinas Naturais e da Oração.
Site oficial →A visitação à ilha, ao largo do leste da Ilha de Santa Catarina, exige cadastro e autorização individual pelo site oficial da Prefeitura, com escolha de data e de transporte. Não há reagendamento nem devolução do valor pago, e a Prefeitura não se responsabiliza por visitas impedidas pelo tempo ou pela navegação.
Site oficial →Praia de acesso apenas por trilha, a partir do Pântano do Sul ou da Armação, ou por barco que sai do Pântano do Sul. A Prefeitura destaca a ausência de urbanização e o mirante do Morro da Coroa.
Site oficial →Lagoa de água doce que abastece mais de 100 mil moradores do sul e do leste da ilha, dentro do Monumento Natural Municipal da Lagoa do Peri (4.274 hectares). O balneário tem faixa de areia para banho e esportes náuticos não motorizados e é certificado com Bandeira Azul, segundo a Prefeitura.
Site oficial →Povoações de origem açoriana que abrigaram as primeiras comunidades de imigrantes na ilha. No Ribeirão da Ilha, a igreja de Nossa Senhora da Lapa (1806), o cemitério e o Império do Divino têm proteção por lei municipal de 1975.
Uma sugestão de ritmo, não uma agenda fechada. Horários de funcionamento e regras de acesso mudam: confirme nos sites oficiais antes de ir.
Dica: As regras de circulação de veículos já mudaram desde a reabertura em 2019. Para a travessia a pé ou de bicicleta, confira avisos de manutenção ou fechamento antes de ir.
Dica: A Catedral tem obra iniciada em 1753 e fica de frente para a praça, onde está a figueira centenária.
Dica: Reúne comércio de alimentos, artesanato e vestuário. Confira horários de funcionamento no momento da visita.
Dica: Segundo a Floram, o parque tem trilhas curtas e mirantes com vista do Centro e do continente.
Dica: É um dos núcleos que abrigaram as primeiras comunidades açorianas da ilha; vale caminhar pelo largo e pelas ruas do núcleo antigo.
Dica: A UFSC informa que a visitação costuma ser de terça a domingo, das 8h30 às 18h30, com taxa paga online e sem entrada de animais (exceto cães-guia). Confira o site antes de ir: não há visitação às segundas, salvo avisos.
Dica: Consulte o boletim de balneabilidade do IMA antes de entrar na água; o resultado muda a cada semana.
Dica: É a área do sandboard. Consulte a Floram sobre as regras atuais de uso das dunas antes de levar equipamento próprio.
Dica: São praias de mar aberto, conhecidas pelo surfe. De maio a setembro, o Wikivoyage cita correntes fortes em várias praias do leste: siga salva-vidas e bandeiras.
Dica: O Wikivoyage a descreve como o centro natural da ilha. Antes de nadar, confira a balneabilidade dos pontos da lagoa no site do IMA.
Dica: Segundo o site da Fundação Projeto Tamar, em out/2026, funciona de quarta a segunda e fecha às terças; a entrada é paga, com venda online, e o espaço é acessível a cadeirantes.
Dica: É o ponto de partida da Trilha da Boa Vista, segundo o Wikivoyage.
Dica: A Galheta é conhecida como praia frequentada por naturistas. Leve água, saia com tempo para voltar antes de escurecer e avise alguém da rota.
Dica: A reserva é pessoal, não há reagendamento nem devolução do valor, e a Prefeitura recomenda checar a previsão do tempo antes de reservar.
Dica: Conhecido pelo núcleo açoriano e pela igreja de Nossa Senhora da Lapa (1806). A localidade também é associada ao cultivo de ostras.
Dica: O balneário permite banho e esportes náuticos não motorizados; a Floram é a gestora da unidade. Confira a balneabilidade no IMA antes de entrar.
Dica: É uma trilha de dia inteiro e sem estrutura na praia. Saia cedo, leve água e comida e verifique as condições da trilha com a Floram.
Peixe muito associado à culinária litorânea catarinense, de influência açoriana. Os preparos mais citados são a tainha na telha, recheada, na folha de bananeira e escalada na brasa.
O pirão, feito com farinha de mandioca, substituiu o trigo da cozinha dos Açores e acompanha peixes ensopados e caldos, como o de garoupa. Faz parte da cozinha litorânea de origem açoriana adaptada aos ingredientes locais.
Molusco usado em preparos como arroz de berbigão, pastel de berbigão e berbigão ensopado, listados entre os pratos tradicionais do litoral catarinense.
O cultivo de ostras é atividade associada à ilha, em especial ao Ribeirão da Ilha. A Festa Nacional da Ostra (Fenaostra), criada em 1999 em Florianópolis, é dedicada ao tema. Ao bafo e assadas estão entre os preparos citados.
Prato listado entre as receitas regionais do litoral catarinense, em que o camarão é servido na abóbora. Integra a cozinha de origem açoriana adaptada aos produtos locais.


Conteúdo conferido em 20 de out de 2026. Preços, horários e regras de acesso mudam; use as fontes para confirmar antes de viajar.
Fotos:Rodrigo Soldon from Rio de Janeiro, Brazil (CC BY 2.0); Chamuscajr (CC BY-SA 4.0); Agnaldo Servo (CC BY-SA 4.0), via Wikimedia Commons. Todos os créditos