Imagem de Cunha, São Paulo

Cunha

São Paulo · Sudeste · gentílico: cunhense

Cunha é um município em São Paulo, na região Sudeste do Brasil. Segundo o Censo 2022 do IBGE, tem 22.110 habitantes em 1.407,3 km², o que dá 15,7 habitantes por km². É o 239º mais populoso de São Paulo (entre 645 com dados) e o 1.559º do Brasil. Pertence à microrregião de Paraibuna/Paraitinga, na mesorregião Vale do Paraíba Paulista, e à região geográfica imediata de Guaratinguetá. Em linha reta, fica a cerca de 179 km de São Paulo, capital de São Paulo.

Em números

População
22.110
Censo 2022
Área
1.407,3 km²
Censo 2022
Densidade
15,7 hab/km²
Censo 2022
Posição
239º em SP
1.559º no Brasil, por população

História

CUNHA - SÃO PAULO

HISTÓRICO:

A primeira incursão do homem branco que se tem notícia data do ano de 1597, quando uma expedição liderada por Martin Correia de Sá saiu do Rio de Janeiro com destino ao porto de Parati.

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Cerca de setecentos portugueses e dois mil índios subiram a serra do mar pela antiga trilha de Guaianás para combater os índios tamoios, aliados dos franceses na sua luta contra os portugueses.

Este episódio deu início a utilização da trilha, particularmente por paulistas e paratienses, que a cavalo ou a pé, começaram a manter um comércio baseado na troca de produtos agrícolas próprios de cada região.

A Estância Climática de Cunha tem suas origens por volta do ano de 1695, quando os primeiros aventureiros que percorriam a chamada Trilha de Guaianases paravam, para descansar da subida da serra ou simplesmente para reabastecimento das provisões necessárias à retomada do percurso, com destino as Minas Gerais. Por causa desta parada obrigatório, Cunha passou a ser conhecida na época como 'Boca do Sertão', por ser um local para o descanso e reabastecimento das tropas, no sopé da Serra do Mar.

Entre os primeiros viajantes que se fixaram na região compreendida entre o Taboão, Campo Alegre e Boa Vista, estava Luiz da Silva Porto, português abastado, que juntamente com outros pioneiros ergueu no bairro denominado Boa Vista, em 1724, um pequeno templo consagrado a Jesus, Maria e José.

Nos anos subseqüentes, fixaram-se nas imediações da Boa Vista, entre outras, as família Alves, Monteiro, Galvão, Vaz, Siqueira, Macedo e Rodrigues.

O ano de 1730 marcou o início da construção de um povoado na região. Juntou-se aos primeiros colonizadores, um homem de nome Falcão, com sua família e o Frei Manuel, que na capelinha existente nos arredores do Ribeirão Lavapés entronizou a imagem de Nossa Senhora da Conceição. A imagem três vezes alí colocada, outras tantas dalí desaparecida, era encontrada, sempre, no alto de um morro. Atribuindo esse fato a um milagre, o povo juntamente com o religioso, ergueu um templo, contando também com a ajuda de índios e escravos, no próprio local onde a imagem fora encontrada.

Na mesma época a família Falcão erigiu uma capela dedicada a Sagrada Família, no bairro da Boa Vista, no lugar do pequeno templo construído por Luiz da Silva Porto, e por causa deste fato, durante um bom tempo, o povoado passou a ser conhecido como povoado do Falcão, e devido a uma corruptela lingüística popular, também ficou conhecido como povoado do Facão.

Em 1736, o povoado do Facão torna-se distrito de Guaratinguetá.

Mais tarde, entre 1748-1749, foi o povoado elevado à categoria de freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Facão. A essa altura, a Capela de Jesus, Maria e José, na Boa Vista, deixou de ser a capela principal da região, porque a Freguesia passou a ser Sede Paroquial.

A fase áurea do ouro de Minas Gerais surgiu no início do século XVIII, época em que o pequeno povoado do Facão pode presenciar grande movimentação de pessoas de todas as espécies, atraídas pela facilidade com que se enriquecia.

A grande movimentação de tropas no local atraiu, também, muitos bandidos e saqueadores, que desviavam ou roubavam pelo caminho, o ouro provindo das Minas Gerais, que era embarcado em Parati rumo a Portugal e que, obrigatoriamente, passava pelo povoado do Facão. Diante disto houve a necessidade de se criar um posto de vigia e fiscalização do ouro vindo das Minas Gerais, surgindo dessa maneira a Barreira do Taboão, localizada entre o povoado do Facão (ou Falcão) e o porto de Parati.

Com o declínio da produção aurífera nas Minas Gerais muitos foram os aventureiros estrangeiros que se fixaram na região, atraídos pelo clima salubre, pela fertilidade do solo e pela topografia acidentada, que criava um ambiente idêntico ao da Europa.

Pela ordem de 15 de setembro de 1785, a freguesia foi elevada à categoria de Vila, pelo então Governador da Província de São Paulo- capitão general Francisco da Cunha Menezes, passando a denominar-se Vila de Nossa Senhora da Conceição de Cunha, em sua homenagem, mais tarde, devido a este fato, ficou conhecida apenas como Cunha.

No começo do século XIX com o início da produção cafeeira na região do Vale do Paraíba, começa um novo ciclo de desenvolvimento econômico para Cunha e o antigo caminho do ouro teve sua trilha ampliada e calçada para que as tropas pudessem escoar a produção do café para o porto de Parati.

Em 1858 veio a autonomia política com a então vila sendo elevada à categoria de cidade, tornando-se comarca no ano de 1883. Logo a seguir, no ano de 1888, veio a libertação dos escravos e conseqüentemente a decadência da produção cafeeira na região e um período de letargia econômica para a cidade.

Em 1932 , Cunha foi palco da Revolução Constitucionalista, quando um batalhão da marinha composto por quatrocentos praças subiu a Serra do Mar com a intenção de chegar à São Paulo, via Vale do Paraíba. Durante três meses houve intensos combates e foi dentro deste período que a cidade conheceu o seu grande herói e mártir, o lavrador Paulo Virgínio, morto por não revelar o local e a posição das tropas paulistas. Foi construído as margens da estrada que liga Cunha a Parati um monumento em homenagem a este ilustre cidadão, passando a estrada Cunha-Parati a ser denominada Rodovia Paulo Virgínio.

No ano de 1945 a prefeitura da cidade de Cunha protocolou junto ao governo do estado, um pedido de transformação do município em Estância Climática, promulgada pelo governador de São Paulo na época, de acordo com a lei nº 182, convertendo a cidade de Cunha em Estância Climática.

No ano de 1993 a Estância Climática de Cunha assumiu de vez sua identidade turística através de seu Conselho de Desenvolvimento, realizando neste ano a sua primeira temporada de inverno com calendário de eventos e roteiro de atrações turísticas.

ORIGEM DO NOME:

O sobrenome Cunha é antigo, datando do século XII ou XIV, e vem mesmo de Portugal. O nome refere-se a uma família que conquistou da monarquia portuguesa o direito e a função de cunhar, ou seja, de imprimir o selo real nas barras de ouros vindas do Brasil, e que, por isso mesmo, podia ostentar a denominação Cunha, posposta ao nome.

Isto leva a supor que esta seria mesmo a função do coronel Francisco da Cunha Menezes, conjectura que talvez se comprove pelo fato de que na vila, deve mesmo ter havido um posto de fiscalização e uma oficina de cunhagem do ouro mineiro.

O sobrenome do coronel acabou sendo usando para homenageá-lo e incorporado ao nome da vila que ele ajudou a criar: Vila de Nossa Senhora da Conceição de Cunha.

Em 1858 com a elevação da vila para a categoria de cidade, abreviou-se sua denominação, passando a ser conhecida simplesmente como Cunha.

Denominação promocional: 'Cidade das Serras', ou 'Os que aqui moram tem o prazer de viver'.

GENTÍLICO: CUNHENSE

Freguesia criada com a denominação de Falcão, em 1736.

Elevado à categoria de Município com a denominação de Nossa Senhora da Conceição de Cunha por ordem de 15 de setembro de 1875, desmembrado de Guaratinguetá. Constituído do Distrito Sede. Sua instalação verificou-se no dia 28 de outubro de 1785.

Obs.: O Diploma Legal que altera a denominação anterior para atual, não foi localizado.

Cidade por Lei Provincial nº 30, de 20 de abril de 1858.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o Município de Cunha se compõe de 2 Distritos: Cunha e Campos Novos do Cunha.

Nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 1-IX-1920, o Município de Cunha figura com 2 Distritos: Cunha e Campos Novos. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, figura o Município de Cunha com 2 Distritos: Cunha e Campos Novos do Cunha.

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, bem como no quadro anexo ao Decreto­lei Estadual nº 9073, de 31 de março de 1938, o Município de Cunha compreende o único termo judiciário da comarca de Cunha e se divide em 3 Distritos: Cunha, Campos Novos do Cunha e Lagoinha.

No quadro fixado, pelo Decreto estadual nº 9775, de 30 de novembro de 1938, para 1939-1943, o Município de Cunha é composto dos Distritos: de Cunha, Campos de Cunha (ex-Campos Novos da Cunha) e Lagoinha, e é termo único da comarca de Cunha.

Em virtude do Decreto-lei Estadual nº 14334, de 30 de novembro de 1944, que fixou o quadro territorial para vigorar em 1945-1948, o Município de Cunha ficou composto dos Distritos de Cunha e Campos de Cunha (ex-Campos Novos da Cunha) e constitui o único Município e o único termo judiciário da comarca de Cunha.

Lei Estadual no 2456, de 30 de dezembro de 1953, desmembra do Município de Cunha o Distrito de Lagoinha.

Permanece composto dos Distritos de Cunha e Campos de Cunha, comarca de Cunha, nos quadros territoriais fixados pelas Leis Estaduais nos 233, de 24-XII-1948 e 2456, de 30-XII-1953, para vigorar respectivamente, nos períodos 1949-1953 e 1954-1958.

Em divisão territorial datada de 01-VII-1960, o município é constituído de 2 Distritos: Cunha e Campos de Cunha.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1999.

Texto do IBGE (Cidades), reproduzido como publicado; fonte citada pelo IBGE: IBGE. Pode estar desatualizado ou conter imprecisões da fonte original.

Fatos e datas

Os acontecimentos com data que aparecem no texto do IBGE sobre Cunha, em ordem cronológica. As frases estão como no original, sem resumo.

  1. 1597

    A primeira incursão do homem branco que se tem notícia data do ano de 1597, quando uma expedição liderada por Martin Correia de Sá saiu do Rio de Janeiro com destino ao porto de Parati.

  2. 1695

    A Estância Climática de Cunha tem suas origens por volta do ano de 1695, quando os primeiros aventureiros que percorriam a chamada Trilha de Guaianases paravam, para descansar da subida da serra ou simplesmente para reabastecimento das provisões necessárias à retomada do percurso, com destino as Minas Gerais.

  3. 1724

    Entre os primeiros viajantes que se fixaram na região compreendida entre o Taboão, Campo Alegre e Boa Vista, estava Luiz da Silva Porto, português abastado, que juntamente com outros pioneiros ergueu no bairro denominado Boa Vista, em 1724, um pequeno templo consagrado a Jesus, Maria e José.

  4. 1730

    O ano de 1730 marcou o início da construção de um povoado na região.

  5. 1736

    Em 1736, o povoado do Facão torna-se distrito de Guaratinguetá.

  6. 1736

    Freguesia criada com a denominação de Falcão, em 1736.

  7. 1748

    Mais tarde, entre 1748-1749, foi o povoado elevado à categoria de freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Facão.

  8. 1785

    Pela ordem de 15 de setembro de 1785, a freguesia foi elevada à categoria de Vila, pelo então Governador da Província de São Paulo- capitão general Francisco da Cunha Menezes, passando a denominar-se Vila de Nossa Senhora da Conceição de Cunha, em sua homenagem, mais tarde, devido a este fato, ficou conhecida apenas como Cunha.

  9. 1888

    Logo a seguir, no ano de 1888, veio a libertação dos escravos e conseqüentemente a decadência da produção cafeeira na região e um período de letargia econômica para a cidade.

  10. 1932

    Em 1932 , Cunha foi palco da Revolução Constitucionalista, quando um batalhão da marinha composto por quatrocentos praças subiu a Serra do Mar com a intenção de chegar à São Paulo, via Vale do Paraíba.

  11. 1938

    Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, bem como no quadro anexo ao Decreto­lei Estadual nº 9073, de 31 de março de 1938, o Município de Cunha compreende o único termo judiciário da comarca de Cunha e se divide em 3 Distritos: Cunha, Campos Novos do Cunha e Lagoinha.

  12. 1944

    Em virtude do Decreto-lei Estadual nº 14334, de 30 de novembro de 1944, que fixou o quadro territorial para vigorar em 1945-1948, o Município de Cunha ficou composto dos Distritos de Cunha e Campos de Cunha (ex-Campos Novos da Cunha) e constitui o único Município e o único termo judiciário da comarca de Cunha.

  13. 1945

    No ano de 1945 a prefeitura da cidade de Cunha protocolou junto ao governo do estado, um pedido de transformação do município em Estância Climática, promulgada pelo governador de São Paulo na época, de acordo com a lei nº 182, convertendo a cidade de Cunha em Estância Climática.

  14. 1948

    Permanece composto dos Distritos de Cunha e Campos de Cunha, comarca de Cunha, nos quadros territoriais fixados pelas Leis Estaduais nos 233, de 24-XII-1948 e 2456, de 30-XII-1953, para vigorar respectivamente, nos períodos 1949-1953 e 1954-1958.

  15. 1953

    Lei Estadual no 2456, de 30 de dezembro de 1953, desmembra do Município de Cunha o Distrito de Lagoinha.

  16. 1993

    No ano de 1993 a Estância Climática de Cunha assumiu de vez sua identidade turística através de seu Conselho de Desenvolvimento, realizando neste ano a sua primeira temporada de inverno com calendário de eventos e roteiro de atrações turísticas.

Extraído automaticamente do histórico e da formação administrativa publicados pelo IBGE. O ano é o primeiro que aparece na frase, e nem sempre é a data exata do acontecimento.

Curiosidades

  • Altitude

    A sede do município fica a 950 metros de altitude, segundo o Wikidata.

  • Patrimônio

    12 lugares do município aparecem no Wikidata com algum tipo de proteção de patrimônio.

Comparações calculadas a partir dos dados do Censo 2022 do IBGE e do Wikidata, no momento em que o site foi gerado.

O que ver e fazer

Sugestão de roteiro com 12 lugares de Cunha registrados no Wikidata. A ordem segue a proximidade, não uma avaliação de pessoas.

Dia 014 paradas · cerca de 0,1 km em linha reta entre elas
  1. Igreja Matriz de Nossa Senhora da ConceiçãoIgreja

    A poucos metros do centro de Cunha (linha reta) · patrimônio protegido

  2. Imóvel à Rua Dom Lino, nº 49 e 53Patrimônio histórico

    A poucos metros da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  3. Imóvel à Rua Dom Lino, nº 93Patrimônio histórico

    A poucos metros da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  4. Imóvel à Rua Dom Lino, nº 101Patrimônio histórico

    A poucos metros da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

Dia 024 paradas · cerca de 0,4 km em linha reta entre elas
  1. Mercado MunicipalMercado

    A poucos metros da última parada do dia anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  2. Imóvel à Rua João Manoel Rodrigues, nº 17Patrimônio histórico

    A 0,1 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  3. E. M. E. F. Doutor Casemiro RochaPatrimônio histórico

    A 0,2 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  4. Igreja Nossa Senhora do Rosário dos PretosIgreja

    A poucos metros da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

Dia 034 paradas · cerca de 32 km em linha reta entre elas
  1. Imóvel à Praça Coronel João Olímpio, nº 91Patrimônio histórico

    A 0,3 km da última parada do dia anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  2. Imóvel à Praça Cônego Siqueira, nº 1Patrimônio histórico

    A poucos metros da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  3. Imóvel à Rua Major Santana, nº 53Patrimônio histórico

    A 0,1 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  4. A 32 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

Lugares do Wikidata (CC0), de tipos como igrejas, museus, praças, monumentos, parques e cachoeiras, com artigo na Wikipédia, foto ou proteção de patrimônio. Não há horários, preços nem avaliação de acesso: confirme na prefeitura antes de ir. Distâncias em linha reta, não de estrada.

Quem nasceu aqui

3 pessoas nascidas em Cunha, segundo o Wikidata.

Lista do Wikidata (CC0), por local de nascimento declarado. Pode conter erros de cadastro e não é uma lista completa nem uma escolha editorial do site.

Onde fica

Estado
São Paulo (SP), região Sudeste
Mesorregião
Vale do Paraíba Paulista
Microrregião
Paraibuna/Paraitinga
Região imediata
Guaratinguetá
Código IBGE
3513603
Coordenadas
-23.0744, -44.9597
Capital
São Paulo, a cerca de 179 km em linha reta
Aeroporto
Aeroporto Professor Urbano Ernesto Stumpf (SJK), a cerca de 94 km em linha reta, o mais próximo com voos regulares segundo o OurAirports

Distâncias em linha reta, não de estrada. O cadastro de voos regulares do OurAirports pode estar desatualizado: confirme a rota e o aeroporto antes de planejar.

O mapa carrega quando você chega aqui.

Os números no mapa são as paradas do roteiro. Mapa © colaboradores do OpenStreetMap.

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Cidades por perto

Sobre estes dados

Esta página é um perfil do município, montado com dados abertos e sem avaliação de pessoas: o roteiro é uma sugestão automática por proximidade, a história é o texto do IBGE e as curiosidades são comparações calculadas. Guias de viagem revisados, com fontes, existem para as cidades em Destinos.

  • População, área e densidade: IBGE, Censo Demográfico 2022.
  • História, datas, gentílico e divisões regionais: IBGE.
  • Coordenadas, lugares do roteiro, pessoas e altitude: Wikidata (CC0).
  • Aeroportos: OurAirports (domínio público).
  • Clima: Open-Meteo, consultado no seu navegador.
  • Dados reunidos em 21 de out de 2026.

Foto: Photograph by Mike Peel (www.mikepeel.net). (CC BY-SA 4.0), via Wikimedia Commons.

Brasão: autor não informado (Public domain), via Wikimedia Commons.