Foto tirada perto de Monte das Gameleiras, Rio Grande do Norte

Monte das Gameleiras

Rio Grande do Norte · Nordeste · gentílico: monte-gameleirense

Foto geolocalizada a 9,1 km do centro

Monte das Gameleiras é um município no Rio Grande do Norte, na região Nordeste do Brasil. Segundo o Censo 2022 do IBGE, tem 2.276 habitantes em 71,9 km², o que dá 31,6 habitantes por km². É o 163º mais populoso do Rio Grande do Norte (entre 167 com dados) e o 5.347º do Brasil. Pertence à microrregião de Borborema Potiguar, na mesorregião Agreste Potiguar, e à região geográfica imediata de Santo Antônio - Passa e Fica - Nova Cruz. Em linha reta, fica a cerca de 96 km de Natal, capital do Rio Grande do Norte.

Em números

População
2.276
Censo 2022
Área
71,9 km²
Censo 2022
Densidade
31,6 hab/km²
Censo 2022
Posição
163º em RN
5.347º no Brasil, por população

De onde vem o nome

O que diz o registro oficial

  • Elevado à categoria de município com a denominação de Monte das Gameleiras, pela Lei Estadual n.º 2.976, de 08-11-1963, desmembrado de Japi.

Trechos da formação administrativa do município, publicada pelo IBGE.

Quem nasce em Monte das Gameleiras é monte-gameleirense, segundo o IBGE.

História

A história da área que hoje corresponde ao município de Monte das Gameleiras remonta à ocupação indígena da região por grupos pertencentes aos povos Paiacu, Caboré, Pega, Janduí e outros vinculados aos troncos Cariri e Tarairiú. Esses povos foram os primeiros habitantes do território e nele viveram por um longo período.

Com o avanço da colonização portuguesa, conflitos, deslocamentos populacionais e epidemias provocaram grandes transformações na dinâmica demográfica regional, reduzindo significativamente a presença dessas populações, embora parte delas tenha permanecido na área.

Entre os habitantes da região, foram registrados Antônio Coelho de Mendonça e Domingos Coelho de Mendonça, descendentes da população indígena local. Posteriormente, estabeleceu-se na localidade um casal de origem portuguesa. Após o falecimento do marido, a viúva constituiu família com Antônio Coelho de Mendonça, contribuindo para a formação dos primeiros núcleos familiares da região.

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Nos anos seguintes, Joaquim Ganga também se fixou na localidade, ampliando os vínculos familiares e sociais então existentes. Ao longo do tempo, diferentes famílias passaram a ocupar e desenvolver o território, participando da formação da comunidade local.

O desenvolvimento do sítio ocorreu principalmente por meio da criação de gado, da agricultura e, posteriormente, do cultivo de algodão, milho e outras culturas agrícolas que se tornaram importantes fontes de subsistência e renda para a população.

Durante determinado período, a produção algodoeira alcançou grande relevância econômica. Proprietários rurais como Manoel Valeriano, Leobaldo do Carmo, Luiz Pinheiro, Manoel de Júlia, Lindolfo Félix de Pontes, Manoel Cavalcante, Pedro Figueiredo e Nicolau de Melo figuravam entre os principais produtores da região. A comercialização da safra de algodão era realizada, entre outros compradores, com o Major Theodorico Bezerra, contribuindo para a circulação de recursos e para a atividade econômica local.

Além do algodão, a carnaúba também possuía importância econômica. Sua palha era utilizada na fabricação de cestos, chapéus e diversos artefatos empregados no cotidiano da população. A disponibilidade de água era limitada, e o abastecimento dependia principalmente de tanques e da chamada Loca d´Água, locais frequentados pelos moradores para obtenção de água destinada ao consumo e às atividades diárias.

O processo inicial de povoamento teve origem no sítio Monte Alegre, localizado na serra de São Bento, por volta de 1870. Naquele período, a localidade já apresentava sinais de desenvolvimento e prosperidade. Em 1948, entretanto, o povoado enfrentava uma questão administrativa relacionada aos seus limites territoriais, uma vez que parte de sua área pertencia ao município de Nova Cruz e outra parte ao município de São José do Campestre.

Com o crescimento populacional da região e a reorganização dos limites administrativos nos anos seguintes, essa situação foi solucionada, passando o sítio Monte Alegre a integrar o território de São José do Campestre. Em 1953, a localidade passou a denominar-se Monte das Gameleiras, em referência às numerosas gameleiras existentes na região.

A alteração do nome foi proposta pelo então deputado Theodorico Bezerra, com o objetivo de evitar confusão com o município de Monte Alegre, que já possuía essa denominação desde o final do século XIX.

Em 1963, Monte das Gameleiras foi elevado à categoria de município.

Formação administrativa

Elevado à categoria de município com a denominação de Monte das Gameleiras, pela Lei Estadual n.º 2.976, de 08-11-1963, desmembrado de Japi. Sede no atual distrito de Monte das Gameleiras (ex-povoado). Constituído do distrito sede. Instalado em 31-03-1964.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1964, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2025.

Texto do IBGE (Cidades), reproduzido como publicado; fonte citada pelo IBGE: MONTE DAS GAMELEIRAS (RN ). Prefeitura. Disponível em: https://montedasgameleiras.rn.gov.br/nossa-historia/. Acesso em: 4 ago. 2026.. Pode estar desatualizado ou conter imprecisões da fonte original.

Fatos e datas

Os acontecimentos com data que aparecem no texto do IBGE sobre Monte das Gameleiras, em ordem cronológica. As frases estão como no original, sem resumo.

  1. 1870

    O processo inicial de povoamento teve origem no sítio Monte Alegre, localizado na serra de São Bento, por volta de 1870.

  2. 1948

    Em 1948, entretanto, o povoado enfrentava uma questão administrativa relacionada aos seus limites territoriais, uma vez que parte de sua área pertencia ao município de Nova Cruz e outra parte ao município de São José do Campestre.

  3. 1953

    Em 1953, a localidade passou a denominar-se Monte das Gameleiras, em referência às numerosas gameleiras existentes na região.

  4. 1963

    Elevado à categoria de município com a denominação de Monte das Gameleiras, pela Lei Estadual n.º 2.976, de 08-11-1963, desmembrado de Japi.

  5. 1963

    Em 1963, Monte das Gameleiras foi elevado à categoria de município.

Extraído automaticamente do histórico e da formação administrativa publicados pelo IBGE. O ano é o primeiro que aparece na frase, e nem sempre é a data exata do acontecimento.

Curiosidades

  • Altitude

    A sede do município fica a 362 metros de altitude, segundo o Wikidata.

Comparações calculadas a partir dos dados do Censo 2022 do IBGE e do Wikidata, no momento em que o site foi gerado.

O que ver e fazer

Nenhum lugar de Monte das Gameleiras está registrado nas fontes abertas. Estes são os 12 lugares mais próximos, em municípios vizinhos, até 50 km do centro. A ordem segue a proximidade, não uma avaliação de pessoas.

Dia 014 paradas · cerca de 0,0 km em linha reta entre elas
  1. Imóvel à Praça Rio Branco, n° 4Patrimônio histórico

    Em Araruna. A 11 km do centro de Monte das Gameleiras (linha reta) · patrimônio protegido

  2. Imóvel à Praça Rio Branco, n° 12Patrimônio histórico

    Em Araruna. A poucos metros da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  3. Imóvel à Praça Rio Branco, n° 16Patrimônio histórico

    Em Araruna. A poucos metros da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  4. Imóvel à Praça Rio Branco, n° 18Patrimônio histórico

    Em Araruna. A poucos metros da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

Dia 024 paradas · cerca de 0,0 km em linha reta entre elas
  1. imóvel à Praça Rio Branco, n° 20Patrimônio histórico

    Em Araruna. A poucos metros da última parada do dia anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  2. Imóvel à Praça Rio Branco, n° 30Patrimônio histórico

    Em Araruna. A poucos metros da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  3. Imóvel à Praça Rio Branco, n° 36Patrimônio histórico

    Em Araruna. A poucos metros da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  4. Imóvel à Praça Rio Branco, n° 40Patrimônio histórico

    Em Araruna. A poucos metros da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

Dia 034 paradas · cerca de 11 km em linha reta entre elas
  1. Imóvel à Praça Rio Branco, n° 46Patrimônio histórico

    Em Araruna. A poucos metros da última parada do dia anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  2. Antigo Mercado PúblicoPatrimônio histórico

    Em Araruna. A poucos metros da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  3. Igreja de Nossa Senhora da ConceiçãoIgreja

    Em Araruna. A poucos metros da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  4. Em Araruna. A 11 km da parada anterior (linha reta)

Lugares do Wikidata (CC0), de tipos como igrejas, museus, praças, monumentos, parques e cachoeiras, com artigo na Wikipédia, foto ou proteção de patrimônio. Não há horários, preços nem avaliação de acesso: confirme na prefeitura antes de ir. Distâncias em linha reta, não de estrada.

Onde fica

Estado
Rio Grande do Norte (RN), região Nordeste
Mesorregião
Agreste Potiguar
Microrregião
Borborema Potiguar
Região imediata
Santo Antônio - Passa e Fica - Nova Cruz
Código IBGE
2407906
Coordenadas
-6.4408, -35.7828
Capital
Natal, a cerca de 96 km em linha reta
Aeroporto
Aeroporto Internacional Rio Grande do Norte/São Gonçalo do Amarante–Governador Aluízio Alves (NAT), a cerca de 88 km em linha reta, o mais próximo com voos regulares segundo o OurAirports

Distâncias em linha reta, não de estrada. O cadastro de voos regulares do OurAirports pode estar desatualizado: confirme a rota e o aeroporto antes de planejar.

O mapa carrega quando você chega aqui.

Os números no mapa são as paradas do roteiro. Mapa © colaboradores do OpenStreetMap.

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Sobre estes dados

Esta página é um perfil do município, montado com dados abertos e sem avaliação de pessoas: o roteiro é uma sugestão automática por proximidade, a história é o texto do IBGE e as curiosidades são comparações calculadas. Guias de viagem revisados, com fontes, existem para as cidades em Destinos.

  • População, área e densidade: IBGE, Censo Demográfico 2022.
  • História, datas, gentílico e divisões regionais: IBGE.
  • Coordenadas, lugares do roteiro, pessoas e altitude: Wikidata (CC0).
  • Aeroportos: OurAirports (domínio público).
  • Clima: Open-Meteo, consultado no seu navegador.
  • Dados reunidos em 21 de out de 2026.

Foto (geolocalizada a 9,1 km do centro): Alexandre Perotto perotto (CC0), via Wikimedia Commons.