Imagem de Mangaratiba, Rio de Janeiro

Mangaratiba

Rio de Janeiro · Sudeste · gentílico: mangaratibense

Mangaratiba é um município no Rio de Janeiro, na região Sudeste do Brasil. Segundo o Censo 2022 do IBGE, tem 41.220 habitantes em 367,6 km², o que dá 112,1 habitantes por km². É o 44º mais populoso do Rio de Janeiro (entre 92 com dados) e o 787º do Brasil. Pertence à microrregião de Itaguaí, na mesorregião Metropolitana do Rio de Janeiro, e à região geográfica imediata de Rio de Janeiro. Em linha reta, fica a cerca de 86 km de Rio de Janeiro, capital do Rio de Janeiro.

Em números

População
41.220
Censo 2022
Área
367,6 km²
Censo 2022
Densidade
112,1 hab/km²
Censo 2022
Posição
44º em RJ
787º no Brasil, por população

De onde vem o nome

"Mangaratiba" é um termo originário da língua tupi antiga: significa "ajuntamento de mangarás", através da junção de mangará (mangará, termo de origem tupi que designa as plantas da família das aráceas) e tyba (ajuntamento).

Da seção “Topônimo” do artigo de Mangaratiba na Wikipédia em português · ler no original.

O que diz o registro oficial

  • Freguesia criada com a denominação de Nossa Senhora da Guia de Mangaratiba, por Provisão de 16-01-1764.
  • Elevado à categoria de vila com a com a denominação de Nossa Senhora da Guia de Mangaratiba, por força do Decreto de 31-10-1831 ou 11-11-1831, complementado pelo Decreto de 26-03-1832, desmembrado de São Marcos, Angra dos Reis e Itaguaí.
  • Elevado à condição de cidade com a denominação de Mangaratiba, por efeito da Lei Estadual n.º.2335, de 27-12-1929, constituído de 3 distritos: Mangaratiba, Jacareí e Itacurussá.

Trechos da formação administrativa do município, publicada pelo IBGE.

Quem nasce em Mangaratiba é mangaratibense, segundo o IBGE.

História

A ocupação humana nas terras do território que hoje se denominam como Mangaratiba deu-se em época anterior à Era Cristã. Essa ocupação ficou marcarda pela presença de diversos sítios de sambaqui presentes em vários pontos do litoral mangaratibense. Outra ocupação registrada nesse litoral, antes da chegada dos portugueses, foi do povo tupinambá que vivia na região litorânea de Ubatuba a Cabo Frio, dividido em várias aldeias. Esse povo, primeiramente, sob o comando do cacique Cunhambebe e, após sua morte, sob o comando de Aimbirã, conseguiram formar uma grande aliança com as tribos inimigas dos portugueses, contando com o apoio dos franceses, a partir de 1555, contra a invasão de suas terras e a escravidão de seu povo.

Essa aliança ficou denominada como Confederação dos Tamoios. Após muitas lutas por terra e por mar, sem dar tréguas aos colonizadores, a confederação foi derrotada e os tupinambás exterminados. Logo após a derrota da Confederação dos Tamoios em 1567, teve início o processo de colonização em Mangaratiba com doações de terras à poderosa família Sá. Sendo a primeira sesmaria doada em 1568, (um ano após a derrota dos tamoios) à Vitória de Sá e Bartolomeu Antunes Lobo. Ainda no final do século XVI, Salvador Correia de Sá (o velho) construiu um grande engenho nas terras denominadas como Itacuruçá. Segundo o historiador Vieira de Mello, esse estabelecimento pode ser considerado como o quinto engenho da capitania do Rio de Janeiro. Porém, o processo de colonização nessa região (banhada pelas baías de Ilha Grande e de Sepetiba) não foi fácil, pois a localização geográfica facilitava os ataques piratas às embarcações que vinham das minas de prata e ouro de Potosi, durante os séculos XVI e XVII, como também, às embarcações ouro mineiro, no século XVIII. Isso tudo, sem contar com ataques dos remanescentes tamoios que sobreviveram à derrota da confederação e viviam incendiando plantações e apavorando os colonos.

Sendo assim, a efetiva colonização de Mangaratiba começou quando Martim de Sá (administrador do Engenho de Itacuruçá e governador da Capitania Real do Rio Janeiro) estabeleceu, no início do século XVII, dois aldeamentos na região para garantir a posse da terra contra a pirataria e os possíveis ataques dos remanescentes tamoios:

Continuar lendo

- Um aldeamento carijó denominado como Aldeia de São Francisco Xavier e/ou Aldeia de Itinga que ficou sob a tutela dos padres jesuítas de Santa Cruz. Essa aldeia foi primeiramente estabelecida na Ilha de Itacuruçá, e transferida para Itaguaí em 1729.

- Um aldeamento tupiniquim, sob a administração do próprio Martim de Sá, que foi primeiramente estabelecido na Marambaia formando naquela praia, um arraial sob a tutela de São Brás. Ainda no primeiro meado do século XVII, essa aldeia foi definitivamente transferida para o centro de Mangaratiba. Na nova localidade, foi erguida uma capela sob a tutela de Nossa Senhora da Guia. Como essa aldeia não tinha assistência religiosa, entre os anos de 1688 e 1729, sua capela ficou agregada à capela da Aldeia de Itinga. Nesse período, Mangaratiba assim como de toda a área que atualmente se denomina como Costa Verde, tinha como principal função produzir açúcar e alimentos destinados ao abastecimento da capitania de São Vicente, capitania da qual era pertencente. Mesmo fazendo parte da recém-criada Capitania Real do Rio de Janeiro, essa região continuou pagando dízimos de sua produção para sua capitania primordial, até o final do século XVIII.

Em 1764, a capela de Nossa Senhora da Guia de Mangaratiba se transformava em uma freguesia (paróquia), com aldeia recebendo o 1. vigário dos índios Chagas Susano. Esse pároco era um dos donos da grande Fazenda do Sahy, fazenda essa onde, segundo a história oral, funcionava um sistema de desembarque e venda de escravos. A freguesia criada em 1764 possuía atuação apenas dentro da área de limite do aldeamento. Entre os anos 1785 e de 1795, contando com a força da mão de obra dos aldeados, a igreja foi ampliada. Na data da inauguração da grande obra, em 1802, a freguesia de Nossa Senhora da Guia foi ampliada compreendendo o território de Itacurubitiba até o Itinguçu, incluindo as ilhas adjacentes.

Com essa ampliação, a Freguesia de Mangaratiba começou a passar por um processo rápido de desenvolvimento já que o aldeamento tupiniquim, até as primeiras décadas do século XIX, sobreviveu com casinhas construídas por pau a pique e sapé no entorno da belíssima igreja, rodeada com pequenos roçados de mandioca, milho, feijão, arroz e demais verduras e leguminosas para consumo da própria aldeia. Enquanto o maior desenvolvimento do território que compreendiam a antiga freguesia estava localizado nas terras de Itacuruçá, do Sahy, da Ingaíba, de Itacurubitiba etc. Nessas localidades, além das plantações de feijão, também produziam café (em pequenas quantidades), açúcar e aguardente. Esta última, para atender ao comércio de escravos no Atlântico.

Nesse período, um dos principais rendimentos dos aldeados era o aforamento (arrendamento) de suas terras. Vários conflitos foram registrados na aldeia, gerados pela tendência dos foreiros em aumentar a área que lhes cabia. Os índios também lutavam contra as construções de casas com pedra e cal.

No final do século XVIII e início do século XIX, a lavoura de café começava a se expandir por toda região de serra acima com destaque para produção de São João Marcos e de Resende. Com desenvolvimento da economia cafeeira em São João Marcos, Piraí, Barra Mansa e demais localidades da região do Médio-Paraíba, Mangaratiba, assim como outros portos angrenses, ganhou um crescente movimento portuário, disputando com os portos de Itaguaí.

Em 1818, com a emancipação de Itaguaí que anexou seu território a Mangaratiba. Nesta época Joaquim José de Souza Breves, construiu um trapiche no centro de Mangaratiba para escoar sua produção de café. Por volta de 1830, ele estabeleceu outros armazéns na região juntamente com outros produtores fato que contribuiu para o desenvolvimento da região. Além do comércio de escravizados.

Porém, o período áureo da economia mangaratibense durou pouco. Sua decadência aconteceu pela conjugação de três fatores (pedágio), a partir de 1857, no mesmo ano da inauguração da estrada Real, para cobrir o alto custo de sua construção; a chegada do trem à Barra do Piraí, em 1864, desviando a rota de escoamento do café e o evento da Abolição da Escravidão, em 1888, que desestruturou todo sistema produtivo da região.

Formação administrativa

Freguesia criada com a denominação de Nossa Senhora da Guia de Mangaratiba, por Provisão de 16-01-1764.

Elevado à categoria de vila com a com a denominação de Nossa Senhora da Guia de Mangaratiba, por força do Decreto de 31-10-1831 ou 11-11-1831, complementado pelo Decreto de 26-03-1832, desmembrado de São Marcos, Angra dos Reis e Itaguaí. Constituído do distrito sede. Instado em 24-05-1833.

Pela Lei Provincial n.º 63, de 17-12-1836, é criado o distrito de Itacurussá e anexado ao município de Nossa Senhora da Guia de Mangaratiba.

Pelo Decreto Estadual n.º 1, 08-05-1892 e 1-A, de 03-06-1892, a vila de Nossa Senhora da Guia de Mangaratiba é extinta, sendo seu território anexado aos municípios de São João Marcos, Angra dos Reis Itaguaí, como simples distrito.

Elevado novamente à categoria de vila Nossa Senhora da Guia de Mangaratiba, pelo Decreto ou Lei n.º 36, de 17-12-1892, com territórios desmembrados dos municípios de São João Marcos, Angra dos Reis e Itaguaí. Sede na vila de Nossa Senhora da Guia de Mangaratiba. Constituído de 3 distritos: Nossa Senhora da Guia de Mangaratiba, Itacurussá e Jacareí, sendo que o distrito de Jacareí desmembrado de Angra dos Reis.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila de Nossa Senhora da Guia de Mangaratiba é constituído de 3 distritos: Nossa Senhora da Guia de Mangaratiba, Jacareí e Itacurussá.

Elevado à condição de cidade com a denominação de Mangaratiba, por efeito da Lei Estadual n.º.2335, de 27-12-1929, constituído de 3 distritos: Mangaratiba, Jacareí e Itacurussá.

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

Pelo Decreto-lei Estadual n.º 1.056, de 31-12-1943, o distrito de Jacareí passou a denominar-se Conceição de Jacareí.

No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 3 distritos: Mangaratiba, Conceição de Jacareí e Itacurussá.

Pelo Decreto Legislativo Estadual n.º 19, 01-12-1949, é criado o distrito de vila de Muriqui e anexado ao município de Mangaratiba, distrito formado com terras do distrito de Itacurussá.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município de Mangaratiba figura com 4 distritos: Mangaratiba, Conceição de Jacareí, Itacurussá e Vila Muriqui e continua termo da Comarca de Itaguaí.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.

Em “Síntese” de 31-XII-1994, o município de Mangaratiba é constituído de 4 distritos: Mangaratiba, Conceição de Jacareí, Itacurussá e Vila Muriqui.

Em divisão territorial datada de 2021 o município de Mangaratiba é constituído de 6 distritos: Mangaratiba, Conceição de Jacareí, Itacurussá, Muriqui, São João Marcos e Praia Grande.

Assim permanecendo a divisão territorial datada de 2022.

Texto do IBGE (Cidades), reproduzido como publicado; fonte citada pelo IBGE: MANGARATIBA (RJ). Prefeitura. Disponível em: https://mangaratiba.rj.gov.br/novoportal/pagina/historia-de-mangaratiba.html. Acesso em 29 nov. 2023.. Pode estar desatualizado ou conter imprecisões da fonte original.

Fatos e datas

Os acontecimentos com data que aparecem no texto do IBGE sobre Mangaratiba, em ordem cronológica. As frases estão como no original, sem resumo.

  1. 1555

    Esse povo, primeiramente, sob o comando do cacique Cunhambebe e, após sua morte, sob o comando de Aimbirã, conseguiram formar uma grande aliança com as tribos inimigas dos portugueses, contando com o apoio dos franceses, a partir de 1555, contra a invasão de suas terras e a escravidão de seu povo.

  2. 1567

    Logo após a derrota da Confederação dos Tamoios em 1567, teve início o processo de colonização em Mangaratiba com doações de terras à poderosa família Sá.

  3. 1568

    Sendo a primeira sesmaria doada em 1568, (um ano após a derrota dos tamoios) à Vitória de Sá e Bartolomeu Antunes Lobo.

  4. 1688

    Como essa aldeia não tinha assistência religiosa, entre os anos de 1688 e 1729, sua capela ficou agregada à capela da Aldeia de Itinga.

  5. 1729

    Essa aldeia foi primeiramente estabelecida na Ilha de Itacuruçá, e transferida para Itaguaí em 1729.

  6. 1764

    Freguesia criada com a denominação de Nossa Senhora da Guia de Mangaratiba, por Provisão de 16-01-1764.

  7. 1764

    Em 1764, a capela de Nossa Senhora da Guia de Mangaratiba se transformava em uma freguesia (paróquia), com aldeia recebendo o 1. vigário dos índios Chagas Susano.

  8. 1764

    A freguesia criada em 1764 possuía atuação apenas dentro da área de limite do aldeamento.

  9. 1836

    Pela Lei Provincial n.º 63, de 17-12-1836, é criado o distrito de Itacurussá e anexado ao município de Nossa Senhora da Guia de Mangaratiba.

  10. 1857

    Sua decadência aconteceu pela conjugação de três fatores (pedágio), a partir de 1857, no mesmo ano da inauguração da estrada Real, para cobrir o alto custo de sua construção; a chegada do trem à Barra do Piraí, em 1864, desviando a rota de escoamento do café e o evento da Abolição da Escravidão, em 1888, que desestruturou todo sistema produtivo da região.

  11. 1892

    Elevado novamente à categoria de vila Nossa Senhora da Guia de Mangaratiba, pelo Decreto ou Lei n.º 36, de 17-12-1892, com territórios desmembrados dos municípios de São João Marcos, Angra dos Reis e Itaguaí.

  12. 1892

    Pelo Decreto Estadual n.º 1, 08-05-1892 e 1-A, de 03-06-1892, a vila de Nossa Senhora da Guia de Mangaratiba é extinta, sendo seu território anexado aos municípios de São João Marcos, Angra dos Reis Itaguaí, como simples distrito.

  13. 1929

    Elevado à condição de cidade com a denominação de Mangaratiba, por efeito da Lei Estadual n.º.2335, de 27-12-1929, constituído de 3 distritos: Mangaratiba, Jacareí e Itacurussá.

  14. 1943

    Pelo Decreto-lei Estadual n.º 1.056, de 31-12-1943, o distrito de Jacareí passou a denominar-se Conceição de Jacareí.

  15. 1949

    Pelo Decreto Legislativo Estadual n.º 19, 01-12-1949, é criado o distrito de vila de Muriqui e anexado ao município de Mangaratiba, distrito formado com terras do distrito de Itacurussá.

  16. 1994

    Em “Síntese” de 31-XII-1994, o município de Mangaratiba é constituído de 4 distritos: Mangaratiba, Conceição de Jacareí, Itacurussá e Vila Muriqui.

Extraído automaticamente do histórico e da formação administrativa publicados pelo IBGE. O ano é o primeiro que aparece na frase, e nem sempre é a data exata do acontecimento.

Curiosidades

  • Altitude

    A sede do município fica a 18 metros de altitude, segundo o Wikidata.

  • Patrimônio

    6 lugares do município aparecem no Wikidata com algum tipo de proteção de patrimônio.

Comparações calculadas a partir dos dados do Censo 2022 do IBGE e do Wikidata, no momento em que o site foi gerado.

O que ver e fazer

Sugestão de roteiro com 12 lugares de Mangaratiba registrados no Wikidata. A ordem segue a proximidade, não uma avaliação de pessoas.

Dia 014 paradas · cerca de 3,5 km em linha reta entre elas
  1. Igreja Matriz de Nossa Senhora da GuiaIgreja

    A 0,1 km do centro de Mangaratiba (linha reta) · patrimônio protegido

  2. Solar Barão de SaíPatrimônio histórico

    A 0,2 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  3. Chafariz da Rua Coronel Moreira da SilvaFonte

    A 0,2 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  4. Ruínas de Antigas Edificações no Saco De CimaPatrimônio histórico

    A 3,2 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

Dia 024 paradas · cerca de 40 km em linha reta entre elas
  1. A 8,8 km da última parada do dia anterior (linha reta)

  2. Antiga Estação Ferroviária de ItacuruçáEstação ferroviária

    A 4,6 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  3. Igreja Nossa Senhora de SantanaIgreja

    A 0,3 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  4. Ilha GrandePatrimônio natural

    Em Angra dos Reis. A 35 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

Dia 034 paradas · cerca de 26 km em linha reta entre elas
  1. Em Angra dos Reis. A 6,8 km da última parada do dia anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  2. Em Angra dos Reis. A 6,6 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  3. Em Angra dos Reis. A 19 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  4. Em Angra dos Reis. A 0,3 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

Lugares do Wikidata (CC0), de tipos como igrejas, museus, praças, monumentos, parques e cachoeiras, com artigo na Wikipédia, foto ou proteção de patrimônio. Não há horários, preços nem avaliação de acesso: confirme na prefeitura antes de ir. Distâncias em linha reta, não de estrada.

Quem nasceu aqui

2 pessoas nascidas em Mangaratiba, segundo o Wikidata.

Lista do Wikidata (CC0), por local de nascimento declarado. Pode conter erros de cadastro e não é uma lista completa nem uma escolha editorial do site.

Onde fica

Estado
Rio de Janeiro (RJ), região Sudeste
Mesorregião
Metropolitana do Rio de Janeiro
Microrregião
Itaguaí
Região imediata
Rio de Janeiro
Código IBGE
3302601
Coordenadas
-22.9600, -44.0408
Capital
Rio de Janeiro, a cerca de 86 km em linha reta
Aeroporto
Aeroporto Internacional Rio de Janeiro Galeão – Tom Jobim (GIG), a cerca de 83 km em linha reta, o mais próximo com voos regulares segundo o OurAirports

Distâncias em linha reta, não de estrada. O cadastro de voos regulares do OurAirports pode estar desatualizado: confirme a rota e o aeroporto antes de planejar.

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Cidades por perto

Sobre estes dados

Esta página é um perfil do município, montado com dados abertos e sem avaliação de pessoas: o roteiro é uma sugestão automática por proximidade, a história é o texto do IBGE e as curiosidades são comparações calculadas. Guias de viagem revisados, com fontes, existem para as cidades em Destinos.

Foto: Eduardo P (CC BY-SA 3.0), via Wikimedia Commons.

Brasão: BrCaLeTo (Public domain), via Wikimedia Commons.