- Sobrado à Rua Prefeiro Antônio Vitor de Souza, nº 26Sobrado
- Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição (Cantagalo)Igreja
- Capela São SebastiãoIgreja
- Conjunto da Antiga Usina HidroelétricaCentro histórico
Peçanha
Minas Gerais · Sudeste · gentílico: peçanhense
Peçanha é um município em Minas Gerais, na região Sudeste do Brasil. Segundo o Censo 2022 do IBGE, tem 17.446 habitantes em 996,6 km², o que dá 17,5 habitantes por km². É o 208º mais populoso de Minas Gerais (entre 853 com dados) e o 1.947º do Brasil. Pertence à microrregião de Peçanha, na mesorregião Vale do Rio Doce, e à região geográfica imediata de Guanhães. Em linha reta, fica a cerca de 211 km de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais.
Em números
- População
- 17.446 Censo 2022
- Área
- 996,6 km² Censo 2022
- Densidade
- 17,5 hab/km² Censo 2022
- Posição
- 208º em MG 1.947º no Brasil, por população
História
Peçanha Minas Gerais - MG
Em 1752 o sertanista Azevedo Leme descobriu, em região habitada pelos botocudos, o córrego das Almas, rico em aluviões auríferas. Esse córrego viria a ser redescoberto seis anos mais tarde pelo guarda-mor João Peçanha Falcão e o vigário Francisco Martins, que, sob os auspícios do Governador Gomes Freire de Andrada, partiram da Vila do Príncipe com a missão de pesquisar minas, catequizar indígenas, conquistar e colonizar as vastas terras situadas no nordeste de Minas Gerais. Numa esplanada, ao alto de um morro, estabeleceram uma pousada, que passou a denominar-se Descoberto do Peçanha. Com a construção de casas e de pequena capela, surgiu o povoado de Santo Antônio do Bom Sucesso do Descoberto de Peçanha.
Em 1792, por carta ao Senado da Vila do Príncipe, solicitou o padre João Pedro de Almeida recursos militares para a segurança da freguesia de Santo Antônio do Peçanha, criada em 1.758 pelo Arcebispo de Mariana.
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Entrou a desenvolver-se e povoar a freguesia com o afluxo de portugueses e brasileiros vindos de regiões auríferas em extinção e que, ali se fixando, tomaram posse das terras e organizaram as primeiras fazendas.
Gentílico: peçanhense
O Distrito deve sua criação a Alvará de 1.822. O Município, com sede no povoado de Santo Antônio do Peçanha e a denominação de Rio Doce ou de Vila do Rio Doce, foi criado pela Lei provincial n° 2.132, de 25 de outubro de 1875, com território desmembrado, segundo algumas fontes, dos municípios de São João Batista, Itabira e Serro, ou somente do de Serro, segundo outras. A instalação ocorreu a 7 de janeiro de 1.880.
A Lei n° 2.654, de 4 de novembro de 1.880, criou no Município o distrito de São João do Suassuí, mais tarde São João Evangelista.
Com a designação de Suassuí, extensiva à comuna, a sede municipal foi elevada à categoria de Cidade pela Lei provincial n° 2.766, de 13 de setembro de 1.881, e pela de n° 3.446, de 28 de setembro de 1.887, o Município passou a chamar-se Peçanha.
Na divisão administrativa de 1.911, apareceu com 9 distritos: o da sede, Santo Antônio da Coluna, São José do Jacuri, São Pedro do Suassuí Santa Maria de São Félix, Santa Teresa do Bonito, Figueira, Ramalhete e Santana do Suassuí, tendo perdido o de São João Evangelista, elevado a categoria de Município pela Lei n° 556, de 30 de agosto do mesmo ano.
No quadro do Recenseamento Geral de 1.920 consta a mesma formação, verificando-se, porém. 2 alterações toponímicas: Figueira e Ramalhete para Santo Antônio da Figueira e São Gonçalo do Ramalhete, respectivamente.
Em cumprimento à Lei estadual n° 843, de 7 de setembro de 1.923, Peçanha perdeu o distrito de Coluna (ex-Santo Antônio da Coluna) para o Município de São João Evangelista e partes dos de Ramalhete (ex-São Gonçalo do Ramalhete) e Santa Maria de São Félix para a formação do distrito de Santa Maria do Suassuí. O restante do território de Santa Maria de São Félix passou a constituir o distrito de Folha Larga, mesmo tempo em que o de Figueira foi desmembrado para a criação do de Chonim. Dessa forma, apesar das diversas alterações, na Divisão Administrativa do Estado, fixada pela referida Lei estadual n° 843, permaneceu com 9 distritos: o da sede e os de Santa Teresa do Bonito, Tourinho (amigo São Pedro do Suassuí. Figueira (antigo Santo Antônio da Figueira), Coroaci (amigo Santana do Suassuí), Folha Larga, São José do Jacuri, Ramalhete (amigo São Gonçalo do Ramalhete) e Chonim.
Na divisão Administrativa de 1.933 e nas Divisões Territoriais de 1.936 e 1.937, em que figura a mesma situação, o distrito de Tourinho voltou a chamar-se São Pedro do Suassuí.
Pelo Decreto-Lei n° 32, de 31 de dezembro de 1.937, Peçanha perdeu os distritos de Figueira e de Chonim para formação do Município de Figueira, atual Governador Valadares, e apresentou-se no quadro anexo Decreto-lei estadual n° 88, de 30 de março de 1.938, bem como na Divisão Judiciário-Administrativa do Estado, em vigor no quinqüênio 1.939-1.943, formado por 7 distritos: o da sede e os de Coroaci, Folha Larga, Ramalhete, Santa Teresa do Bonito, São José do Jacuri e São Pedro do Suassuí.
De acordo com o Decreto-lei estadual nº 1.058, de 31 de dezembro de 1.943, que estabeleceu a Divisão Territorial do Estado para o qüinqüênio 1.944-1.948, eram 6 os distritos: o da sede, Coroaci, Ramalhete, Santa Teresa do Bonito, São Pedro do Suassuí e São José do Jacuri (este desfalcado da área anexada ao Município de São João Evangelista). O distrito de Folha Larga passou a integrar o Município de Santa Maria do Suassuí.
A Lei n° 336 de 27 de dezembro de 1.948 (qüinqüênio 1.949-1.953), alterou a grafia de São Pedro do Suassuí para São Pedro do Suaçuí e criou o distrito de Cantagalo, com terras do distrito-sede.
Por força da Lei n° 1.039, de 12 de dezembro de 1.953, para vigorar no quinqüênio 1.9541.958, o Município perdeu São José do Jacuri, Coroaci e Ramalhete, que se constituíram em Municípios, o último com a denominação de Virgolândia. Em conseqüência, passou a ter 4 distritos: o da sede e os de São Pedro do Suaçuí, Santa Teresa do Bonito e Cantagalo, situação constante também da Divisão Territorial de 1960.
Com a elevação de São Pedro do Suaçuí a Município pela Lei n.° 2.764, de 30 de dezembro de 1.962, ficou com 3 distritos: Peçanha (sede), Santa Teresa do Bonito e Cantagalo. situação em que permanece. A Lei estadual nº 11, de 13 de novembro de 1891, criou a comarca de Peçanha, instalada a 2 de março do ano seguinte. Suprimida em setembro de 1903. foi restabelecida a 18 de setembro de 1915, por efeito da Lei estadual nº 663. A reinstalação ocorreu a 30 de setembro de 1921, em cumprimento Decreto estadual nº 5.768, de 6 de setembro do mesmo ano
Texto do IBGE (Cidades), reproduzido como publicado; fonte citada pelo IBGE: IBGE. Pode estar desatualizado ou conter imprecisões da fonte original.
Fatos e datas
Os acontecimentos com data que aparecem no texto do IBGE sobre Peçanha, em ordem cronológica. As frases estão como no original, sem resumo.
- 1752
Em 1752 o sertanista Azevedo Leme descobriu, em região habitada pelos botocudos, o córrego das Almas, rico em aluviões auríferas.
- 1792
Em 1792, por carta ao Senado da Vila do Príncipe, solicitou o padre João Pedro de Almeida recursos militares para a segurança da freguesia de Santo Antônio do Peçanha, criada em 1.758 pelo Arcebispo de Mariana.
- 1875
O Município, com sede no povoado de Santo Antônio do Peçanha e a denominação de Rio Doce ou de Vila do Rio Doce, foi criado pela Lei provincial n° 2.132, de 25 de outubro de 1875, com território desmembrado, segundo algumas fontes, dos municípios de São João Batista, Itabira e Serro, ou somente do de Serro, segundo outras.
- 1891
A Lei estadual nº 11, de 13 de novembro de 1891, criou a comarca de Peçanha, instalada a 2 de março do ano seguinte.
- 1903
Suprimida em setembro de 1903. foi restabelecida a 18 de setembro de 1915, por efeito da Lei estadual nº 663.
- 1921
A reinstalação ocorreu a 30 de setembro de 1921, em cumprimento Decreto estadual nº 5.768, de 6 de setembro do mesmo ano
- 1960
Em conseqüência, passou a ter 4 distritos: o da sede e os de São Pedro do Suaçuí, Santa Teresa do Bonito e Cantagalo, situação constante também da Divisão Territorial de 1960.
Extraído automaticamente do histórico e da formação administrativa publicados pelo IBGE. O ano é o primeiro que aparece na frase, e nem sempre é a data exata do acontecimento.
Curiosidades
- Altitude
A sede do município fica a 780 metros de altitude, segundo o Wikidata.
Comparações calculadas a partir dos dados do Censo 2022 do IBGE e do Wikidata, no momento em que o site foi gerado.
O que ver e fazer
Sugestão de roteiro com 1 lugar de Peçanha e 11 em municípios vizinhos, até 50 km do centro. A ordem segue a proximidade, não uma avaliação de pessoas.
- Prefeitura de São José do JacuriPatrimônio histórico
- Capela Bom Jesus (Virgolândia)Capela
- Capela Mortuária do Cemitério Municipal (Sardoá)Capela
- Igreja do Divino (Divinolândia de Minas)Igreja
- Cruzeiro da Praça da MatrizMonumento
- Praça João RodriguesPraça
- Capela Nossa Senhora do Patrocínio - Alto do Morro Zé Daniel (Virginópolis)Capela
- Capela Nossa Senhora do CarmoIgreja
Lugares do Wikidata (CC0), de tipos como igrejas, museus, praças, monumentos, parques e cachoeiras, com artigo na Wikipédia, foto ou proteção de patrimônio. Não há horários, preços nem avaliação de acesso: confirme na prefeitura antes de ir. Distâncias em linha reta, não de estrada.
Quem nasceu aqui
3 pessoas nascidas em Peçanha, segundo o Wikidata.
Lista do Wikidata (CC0), por local de nascimento declarado. Pode conter erros de cadastro e não é uma lista completa nem uma escolha editorial do site.
Onde fica
- Estado
- Minas Gerais (MG), região Sudeste
- Mesorregião
- Vale do Rio Doce
- Microrregião
- Peçanha
- Região imediata
- Guanhães
- Código IBGE
- 3148608
- Coordenadas
- -18.5489, -42.5569
- Capital
- Belo Horizonte, a cerca de 211 km em linha reta
- Aeroporto
- Aeroporto Coronel Altino Machado (GVR), a cerca de 72 km em linha reta, o mais próximo com voos regulares segundo o OurAirports
Distâncias em linha reta, não de estrada. O cadastro de voos regulares do OurAirports pode estar desatualizado: confirme a rota e o aeroporto antes de planejar.
Os números no mapa são as paradas do roteiro. Mapa © colaboradores do OpenStreetMap.
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Sobre estes dados
Esta página é um perfil do município, montado com dados abertos e sem avaliação de pessoas: o roteiro é uma sugestão automática por proximidade, a história é o texto do IBGE e as curiosidades são comparações calculadas. Guias de viagem revisados, com fontes, existem para as cidades em Destinos.
- População, área e densidade: IBGE, Censo Demográfico 2022.
- História, datas, gentílico e divisões regionais: IBGE.
- Coordenadas, lugares do roteiro, pessoas e altitude: Wikidata (CC0).
- Aeroportos: OurAirports (domínio público).
- Clima: Open-Meteo, consultado no seu navegador.
- Dados reunidos em 21 de out de 2026.