Imagem de Teotônio Vilela, Alagoas

Teotônio Vilela

Alagoas · Nordeste · gentílico: vilelano

Teotônio Vilela é um município em Alagoas, na região Nordeste do Brasil. Segundo o Censo 2022 do IBGE, tem 38.053 habitantes em 299,2 km², o que dá 127,2 habitantes por km². É o 12º mais populoso de Alagoas (entre 102 com dados) e o 856º do Brasil. Pertence à microrregião de São Miguel dos Campos, na mesorregião Leste Alagoano, e à região geográfica imediata de Arapiraca. Em linha reta, fica a cerca de 73 km de Maceió, capital de Alagoas.

Em números

População
38.053
Censo 2022
Área
299,2 km²
Censo 2022
Densidade
127,2 hab/km²
Censo 2022
Posição
12º em AL
856º no Brasil, por população

De onde vem o nome

O que diz o registro oficial

  • Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Teotônio Vilela, pela Lei Estadual n.º 4831, de 12-12-1986, alterada pela Lei Estadual n.º 4884, de 27-02-1987, desmembrado dos municípios de Coruripe, Junqueiro e Campo Alegre.

Trechos da formação administrativa do município, publicada pelo IBGE.

Quem nasce em Teotônio Vilela é vilelano, segundo o IBGE.

História

Em meados de 1955, na localidade conhecida como Fazenda Risco, nas imediações da atual ponte do rio Coruripe perto da Usina Seresta, graças a um providencial furo de pneu de um automóvel que transportava produtos alimentícios de Coruripe com destino a Arapiraca, aconteceu a primeira transação comercial, isto porque os usuários daquele antigo sistema de transporte não tinham mais como levar seus produtos ao destino final, na grande maioria perecíveis e que logo estragavam, abrindo assim suas mercadorias aos transeuntes para realizar o comércio ali mesmo, numa região conhecida então como Chã de Planta (primeiro nome, já existente).

Um detalhe interessante e importante foi o fato de, segundo antigas testemunhas entrevistadas por Flávio Oliveira, para usar o macaco, instrumento usado para levantar o veículo, os feirantes tiveram que descarregar seus produtos da carroceria, para facilitar a subida do automóvel, fazendo com que eles colocassem as caixas de madeira que transportavam seus produtos na beira da estrada, o que foi fundamental para dar visibilidade as mercadorias e atraindo os passantes da região, como os vários trabalhadores dos engenhos de açúcar que propiciavam muitos empregos nos canaviais: Brejo dos Pacheco, São Mateus dos Sampaio, Peri-Peri dos Rolemberg, Rocheira dos Costas, Novo do Seu Demétrio, Gravatá dos Alexandres, Bicas e Cachoeira entre outros. Seus trabalhadores eram os principais usuários desta nova feira que surgia.

Desta forma surgia o lucrativo comércio com as pessoas dos arredores. A notícia difundiu-se rapidamente e começaram a chegar comerciantes de todos os locais, preferencialmente aos domingos (hoje, a feira livre de Teotônio Vilela é tombada como Patrimônio Imaterial, Histórico e Social, lei municipal nº 981/2017). Em 1958, um grupo de feirantes deixou a Vila da Usina Cansanção de Sinimbú, antigo engenho da região, e mudou-se para Vila São Jorge (segundo nome), que agora, com grande fluxo de pessoas, recebeu definitivamente este nome.

Continuar lendo

Alguns que dizem ter sido uma homenagem ao então Promotor de Justiça, advogado e oficial da Reserva do Exército Brasileiro, Jorge de Medeiros Pacheco; no entanto outros dizem que o nome veio em devoção ao Santo.

O prefeito seguinte de Junqueiro, Coronel João Malta Tavares, autorizou outras obras para a região, como: matadouro, escola Pedro Joaquim de Jesus (hoje escola Padre Joseph) e o primeiro mercado coberto do povoado (hoje, praça Tenente Albino, em frente ao Centro Cultural) para que os comerciantes pudessem guardar suas mercadorias (sem referência a datas). Em 1966, com o objetivo de aproximar a feira livre do prédio do mercado público, o prefeito Abel Augusto de Almeida decretou que ela deveria mudar de um lado da estrada (hoje, bairro Sebastião Vilela) para o outro.

Com isso, o povo, que antes dizia ir à “Feira de Chã da Planta”, passou simplesmente a ir à Feira Nova (terceiro nome) e este é o nome que mais durou na História da localidade, sendo chamada ainda assim por antigos moradores nos dias atuais.

Formação administrativa

Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Teotônio Vilela, pela Lei Estadual n.º 4831, de 12-12-1986, alterada pela Lei Estadual n.º 4884, de 27-02-1987, desmembrado dos municípios de Coruripe, Junqueiro e Campo Alegre. Sede no atual distrito de Teotônio Vilela, (ex-povoado de Feira Nova de Junqueiro). Instalado em 01-01-1989.

Em divisão territorial datada de 1-VI-1995, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2023.

Texto do IBGE (Cidades), reproduzido como publicado; fonte citada pelo IBGE: TEOTÔNIO VILELA (AL). Disponível em: https://teotoniovilela.al.gov.br/historia-0#. Acesso em: 18 jul. 2024.. Pode estar desatualizado ou conter imprecisões da fonte original.

Fatos e datas

Os acontecimentos com data que aparecem no texto do IBGE sobre Teotônio Vilela, em ordem cronológica. As frases estão como no original, sem resumo.

  1. 1958

    Em 1958, um grupo de feirantes deixou a Vila da Usina Cansanção de Sinimbú, antigo engenho da região, e mudou-se para Vila São Jorge (segundo nome), que agora, com grande fluxo de pessoas, recebeu definitivamente este nome.

  2. 1966

    Em 1966, com o objetivo de aproximar a feira livre do prédio do mercado público, o prefeito Abel Augusto de Almeida decretou que ela deveria mudar de um lado da estrada (hoje, bairro Sebastião Vilela) para o outro.

  3. 1986

    Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Teotônio Vilela, pela Lei Estadual n.º 4831, de 12-12-1986, alterada pela Lei Estadual n.º 4884, de 27-02-1987, desmembrado dos municípios de Coruripe, Junqueiro e Campo Alegre.

  4. 2017

    A notícia difundiu-se rapidamente e começaram a chegar comerciantes de todos os locais, preferencialmente aos domingos (hoje, a feira livre de Teotônio Vilela é tombada como Patrimônio Imaterial, Histórico e Social, lei municipal nº 981/2017).

Extraído automaticamente do histórico e da formação administrativa publicados pelo IBGE. O ano é o primeiro que aparece na frase, e nem sempre é a data exata do acontecimento.

Curiosidades

  • Altitude

    A sede do município fica a 143 metros de altitude, segundo o Wikidata.

Comparações calculadas a partir dos dados do Censo 2022 do IBGE e do Wikidata, no momento em que o site foi gerado.

O que ver e fazer

Nenhum lugar de Teotônio Vilela está registrado nas fontes abertas. Estes são os 12 lugares mais próximos, em municípios vizinhos, até 50 km do centro. A ordem segue a proximidade, não uma avaliação de pessoas.

Dia 014 paradas · cerca de 42 km em linha reta entre elas
  1. Igreja de São SebastiãoIgreja

    Em Junqueiro. A 14 km do centro de Teotônio Vilela (linha reta) · patrimônio protegido

  2. Catedral DiocesanaCatedral

    Em Penedo. A 42 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  3. Casa do Barão do PenedoPatrimônio histórico

    Em Penedo. A poucos metros da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  4. Conjunto arquitetônico, paisagístico e urbanístico de Penêdo, AlagoasPatrimônio histórico

    Em Penedo. A poucos metros da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

Dia 024 paradas · cerca de 0,3 km em linha reta entre elas
  1. Em Penedo. A poucos metros da última parada do dia anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  2. Paço ImperialPatrimônio histórico

    Em Penedo. A poucos metros da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  3. Teatro 7 de SetembroTeatro

    Em Penedo. A 0,2 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  4. Igreja de São Gonçalo GarciaIgreja

    Em Penedo. A 0,1 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

Dia 034 paradas · cerca de 95 km em linha reta entre elas
  1. Em Penedo. A 0,3 km da última parada do dia anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  2. Igreja São José na Vila PoximIgreja

    Em Coruripe. A 64 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

  3. Em Jequiá da Praia. A 1,3 km da parada anterior (linha reta)

  4. Palacete da BaronesaPatrimônio histórico

    Em São Miguel dos Campos. A 30 km da parada anterior (linha reta) · patrimônio protegido

Lugares do Wikidata (CC0), de tipos como igrejas, museus, praças, monumentos, parques e cachoeiras, com artigo na Wikipédia, foto ou proteção de patrimônio. Não há horários, preços nem avaliação de acesso: confirme na prefeitura antes de ir. Distâncias em linha reta, não de estrada.

Onde fica

Estado
Alagoas (AL), região Nordeste
Mesorregião
Leste Alagoano
Microrregião
São Miguel dos Campos
Região imediata
Arapiraca
Código IBGE
2709152
Coordenadas
-9.9061, -36.3522
Capital
Maceió, a cerca de 73 km em linha reta
Aeroporto
Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares (MCZ), a cerca de 75 km em linha reta, o mais próximo com voos regulares segundo o OurAirports

Distâncias em linha reta, não de estrada. O cadastro de voos regulares do OurAirports pode estar desatualizado: confirme a rota e o aeroporto antes de planejar.

O mapa carrega quando você chega aqui.

Os números no mapa são as paradas do roteiro. Mapa © colaboradores do OpenStreetMap.

Clima agora e nos próximos dias

—
Carregando…

Previsão do Open-Meteo. Quer saber como é o ano todo?Veja as médias mês a mês deste lugar →

Cidades por perto

Guias de viagem na região

Sobre estes dados

Esta página é um perfil do município, montado com dados abertos e sem avaliação de pessoas: o roteiro é uma sugestão automática por proximidade, a história é o texto do IBGE e as curiosidades são comparações calculadas. Guias de viagem revisados, com fontes, existem para as cidades em Destinos.

  • População, área e densidade: IBGE, Censo Demográfico 2022.
  • História, datas, gentílico e divisões regionais: IBGE.
  • Coordenadas, lugares do roteiro, pessoas e altitude: Wikidata (CC0).
  • Aeroportos: OurAirports (domínio público).
  • Clima: Open-Meteo, consultado no seu navegador.
  • Dados reunidos em 21 de out de 2026.

Foto: Wellber Drayton (Public domain), via Wikimedia Commons.

Brasão: Teotônio Vilela City Hall (Public domain), via Wikimedia Commons.